Em entrevista para o Portal da Escola de Comunicação da UFRJ, a diretora da ECO, Ivana Bentes, assim definiu o seminário “A Constituição do Comum:
“o Seminário mostra o lugar estratégico da Comunicação e da Cultura no capitalismo cognitivo (do conhecimento e da informação) que explode as “especializações” e mobiliza o amador universal (o cidadão que se apropria das tecnologias e das linguagens), o comunicador social, o jornalista cidadão, a potência criadora das periferias. O Brasil é um desses laboratórios do capitalismo contemporâneo, onde as “indústrias criativas” florescem e começam a ser apropriadas pelo “comum”, mas também é um território de conflitos, em que se criminaliza a cultura da difusão e da cópia, se criminaliza o “precariado cognitivo”, e a produção das periferias”.
Via: Portal da ECO